Olá, meus leitores amados, como estão?
Nesta quarta-feira, 13 de janeiro de 2016, fomos presenteados pela Netflix — não para alguns -- com o primeiro episódio de Shadowhunters, série de televisão baseada em nossos maravilhosos livros Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare.
Como primeiro episódio, não achei muito satisfatório não, por vários motivos — tirando isso, está tudo muito bom, afinal, contaram o suficiente sobre o submundo e sobre a história em poucos quarenta minutos.
Por que eu não achei tão satisfatório? Simples de responder.
Primeiro, vamos à comparação da Clary Fray dos livros e da Clary Fray da série. Sim, nós fãs não ficamos 100% satisfeitos com nada. Assim, a aparência da personagem — interpretada pela maravilhosa atriz Katherine McNamara — está ótima, talvez ótima até demais. Para uma garota que se acha feia, o que é sim retratado nos livros, Clary está bonita e confiante demais. Não estou julgando a Katherine, jamais, estou apenas comparando uma Clary Fray com outra Clary Fray. O fato de ela ser ruiva já alavancou muito a qualidade como adaptação, mesmo com algumas incrementadas no roteiro das quais eu não gostei muito.
Nesta quarta-feira, 13 de janeiro de 2016, fomos presenteados pela Netflix — não para alguns -- com o primeiro episódio de Shadowhunters, série de televisão baseada em nossos maravilhosos livros Instrumentos Mortais, de Cassandra Clare.
Como primeiro episódio, não achei muito satisfatório não, por vários motivos — tirando isso, está tudo muito bom, afinal, contaram o suficiente sobre o submundo e sobre a história em poucos quarenta minutos.
Por que eu não achei tão satisfatório? Simples de responder.
Primeiro, vamos à comparação da Clary Fray dos livros e da Clary Fray da série. Sim, nós fãs não ficamos 100% satisfeitos com nada. Assim, a aparência da personagem — interpretada pela maravilhosa atriz Katherine McNamara — está ótima, talvez ótima até demais. Para uma garota que se acha feia, o que é sim retratado nos livros, Clary está bonita e confiante demais. Não estou julgando a Katherine, jamais, estou apenas comparando uma Clary Fray com outra Clary Fray. O fato de ela ser ruiva já alavancou muito a qualidade como adaptação, mesmo com algumas incrementadas no roteiro das quais eu não gostei muito.
Segundo, vamos à comparação da Isabelle Lightwood dos livros para a Isabelle Lightwood da série. Assim, sem comentários para a beleza esmagadora da atriz que a interpreta, Emeraude Toubia, mas uma coisa me chamou muita atenção: a falta da essência da Izzy dos livros. Claro, isso pode mudar no decorrer da série, mas aquela garota esnobe, metida e antipática que conhecemos por Isabelle — que também amamos, é claro — não teve seu ideal desempenho dentro do episódio. Tirando isso, o resto está perfeito. O figurino superficial com aquela peruca foi sem dúvida uma ideia de gênio. Sobre o chicote, nem precisaria dizer nada, eu gostei e muito.
Terceiro, Simon Lewis. O Simon não é um personagem de difícil interpretação, na minha opinião, porque é um garoto geek com uma personalidade muito comum. Gostei do desempenho do ator, o iniciante Alberto Rosende, e espero que nos impressione no decorrer do seriado. Não há muito o que falar dele, apenas que eu curti.
Agora, sobre Alec Lightwood, creio eu que não podiam ter escolhido um ator melhor. Eu não gostava daquele Alec do filme — totalmente sem personalidade —, mas estamos aqui para falar do Alec da série, não é? Bem, mesmo que ele tenha aparecido tão pouco e não tenha ganhado um merecido holofote, suas poucas falas já fizeram eu gostar da atuação de Matthew Daddario, irmão de nossa querida Alexandra Daddario, como Alec. Ele conseguiu deixar claro que é completamente apaixonado por Jace e isso é muito importante no decorrer dos livros, porque ele teve de esconder isso por todo aquele tempo até a chegada de Clary Fray — a qual imediatamente viu como uma concorrente. Não sei o que chamou tanto a minha atenção, mas gostei dessa versão Alec monstrão.
Sobre Jace Wayland, não é difícil afirmar que Dominic Sherwood desempenhou bem melhor o papel que Jamie Campbell. Nada contra o ator, mas ele simplesmente não conseguiu atrair grande parte do fandom como Jace. Agora Dominic pode não ter atuado às mil maravilhas, esquecendo-se do sarcasmo afiado de Jace, mas podemos dizer que está bom — principalmente para as meninas, que estão todas muito admiradas com sua aparência. Entretanto, não gostei do penteado, de verdade, acho que podiam ter se esforçado para um cabelo mais Jace vulgo cachinhos dourados. FALTOU SARCASMO, MINHA GENTE.
Magnus Bane com certeza conseguiu chamar a minha atenção. Adorei, de verdade, a escolha do ator — Harry Shum Jr. de Glee — e a personalidade única que deram para ele. Conseguiram, pessoal, era assim mesmo que eu o imaginava, com todo aquele jeitão de feiticeiro dark das trevas que não esquece de cuidar do visual. Não tenho muito mais a comentar, até porque já escrevi demais por hoje e eu ainda não acabei!
Finalmente, sobre detalhes que não poderiam passar despercebidos — como Dorothea ter seu nome reduzido para Dot e ter se tornado uma jovem, confesso até ter gostado. Mesmo que tenham fugido bastante do caminhar do livro neste aspecto, conseguiram deixá-la como uma amiga e vizinha de Clary e Jocelyn Fray de uma maneira, hum, satisfatória.
O Instituto está demais. Todo tecnológico, sem comentários para como eu gostei daquele Instituto.
Eu gostei também da versão policial boladão do Luke, escolheram bem o ator. Nunca imaginaria um Luke afro-americano, então gostei mesmo.
Já a Jocelyn... bem, a Jocelyn... eu não tenho nada mesmo a comentar, porque foi bem normal a sua participação. Nem boa, nem ruim.
Obrigado por ler. Compartilhe nas redes sociais!
O Instituto está demais. Todo tecnológico, sem comentários para como eu gostei daquele Instituto.
Eu gostei também da versão policial boladão do Luke, escolheram bem o ator. Nunca imaginaria um Luke afro-americano, então gostei mesmo.
Já a Jocelyn... bem, a Jocelyn... eu não tenho nada mesmo a comentar, porque foi bem normal a sua participação. Nem boa, nem ruim.
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